quinta-feira, 27 de setembro de 2007

na linha




III






II




I






para troca de plágios:

na linha ;
com imagens, dessa vez

da teoria da não-metodologia

para uso efetivo desse blog, sugiro nesse momento a abolição da metodologia proposta inicialmente, a saber:

usar desse espaço - tido como de aproximação - para pensar junto questões relativas ao desenho e ao design.

poderia me apoderar de uma série de citações um tanto legitimadoras para justificar teórica e conceitualmente, partindo de presupostos muito coesos e coerente, que falar de desenho e design no âmbito contemporâneo das artes visuais seria automaticamente tratar de uma imensidão de assuntos, os quais poderiam ser abordados e discutidos pelo presente veículo de comunicação.

mas, como acho isso muito chatinho, vamos fazer assim:
vicente, coloque aquele desenho-de-mesa-de-bar, por favor, assim que der.
e sigamos esse esquema, 'de entre cervejas, cigarros e pecadinhos'.
aquele sistema que, depois de um bombardeio de pensamentos e discursos rebuscados,
me parece o mais interessante e saboroso:


; o
de querer as coisas.
aquele mesmo, da paixão.

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

sobre a tosquidão

a tosquidão técnica pode ser feia.

a tosquidão intrínseca deve ser triste.

resposta é sim. eles estarão aqui.
vou deixar você viajar para me fazer presente. quando voltar a casa estará cheia. ou não.

hoje está um tico complicado.
um remelexo.
de noite nos vemos. e etc.

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

sobre o desenho de tati

linhas precisas;
nada tosco;
uma organização elegante do espaço;

a temática de deixa com questões a serem pensadas/discutidas

materiais interessantemente utilizados;
colagens felizes;



eu que das coisas pequenas sou, me impressionei com essa.
o desenho como veículo de marco temporal.

gostaria de ver os grafites e afins de mesa de bar por aqui.


sim?
resposta
;

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

que existem funções muito claras a serem cumpridas. interrogação.

uma coisa que de salto me apareceu
e sentiu-se muito mais encaixada em plasticidade do que em grafismos
foi a transparência.
de aquarela, de acrílicas, veladuras, óleos.
papéis de arroz, quem sabe.

essa transparência que parece desfalecer,
será diluída só de olhar:
isso me pareceu coisa de artista e assim era mesmo.
essas curvas vetorizadas, tão gestos em sua gestualidade calculada.
sabe, essas típicas curvas certas e tão acertadas?
elas, da transparência, só podiam ser iminigas.
mortais.
por que tão dengosa, tão mimosa,
ela toda [se] mataria ao lado de barriga tão estável de vetor, veiculado vetor.

pará
grafo



funções muito claras
a serem cumpridas


para:
gráfo

é importante saber onde está o grafismo e onde está o design
mesmo que cozinhando o mesmo alimento
servido está

domingo, 9 de setembro de 2007

Vicente #1



Eu te como se você dei+ar

ou

Vicente


- No design não seria um tico mais aceitável os maneirismos visto que existem funções muito claras a serem cumpridas?

- Qual é a hora de ligar o piloto automático? (
Não ignorando que o piloto automático precisa de um ser humano atento por trás. )