uma coisa que de salto me apareceu
e sentiu-se muito mais encaixada em plasticidade do que em grafismos
foi a transparência.
de aquarela, de acrílicas, veladuras, óleos.
papéis de arroz, quem sabe.
essa transparência que parece desfalecer,
será diluída só de olhar:
isso me pareceu coisa de artista e assim era mesmo.
essas curvas vetorizadas, tão gestos em sua gestualidade calculada.
sabe, essas típicas curvas certas e tão acertadas?
elas, da transparência, só podiam ser iminigas.
mortais.
por que tão dengosa, tão mimosa,
ela toda [se] mataria ao lado de barriga tão estável de vetor, veiculado vetor.
pará
grafo
funções muito claras
a serem cumpridas
para:
gráfo
é importante saber onde está o grafismo e onde está o design
mesmo que cozinhando o mesmo alimento
servido está
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário